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A esperança nos conduz para o novo tempo

A Voz do Pastor

04.11.2025 - 15:39:00 | 3 minutos de leitura

A esperança nos conduz para o novo tempo

Iniciamos o penúltimo mês do ano civil, inaugurando o novo tempo litúrgico. Entramos no Advento, tempo de saudades e de espera. Ao celebrarmos o Dia de todos os Santos e Santas da Igreja, lembramos também nossos falecidos. A vida dos santos e santas nos estimula a acreditar na vida eterna. Com a certeza da ressurreição dos mortos, alegramo-nos com a certeza de que nossos familiares e amigos falecidos estão no gozo das alegrias eternas. 
A ressurreição de Jesus Cristo nos conduz para uma fé viva e autêntica porque fomos batizados em nome da Santíssima Trindade. Em Cristo nos movemos e conduzimos a vida para uma esperança viva e autêntica. Ele veio nos chamar para a conversão porque Deus Pai tem o Reino para todos nós. 
Terminamos o mês proclamando Jesus Cristo Rei do céu e da terra. A festa de Cristo Rei convoca todos os batizados a obedecerem aos mandamentos do amor, condição que permite a entrada no Seu Reino.

"Que o tempo do advento seja vivenciado no rosto do Cristo, que veio ao mundo trazendo a paz e anunciando aos pobres as alegrias da vida em Deus

A postura de vida está explícita no Evangelho de São Mateus sobre o juízo final (Mt 25,31-46). Ao celebrar o Dia Mundial dos Pobres, desafiamos o nosso modo de viver no mundo conturbado e polarizado; a verdade anunciada por Jesus não terá outro julgamento senão acolher e cuidar dos mais necessitados.
“Em verdade eu vos digo, que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (Mt 25,40). O juízo divino é implacável. Mesmo tomado de misericórdia, não anula o mandamento do amor, do acolhimento, do cuidado, da dignidade.
Na última catequese do Ano Jubilar, destacamos as obras sociais, o nosso compromisso para com os pobres. A Ação Sociotransformadora é a carícia da nossa Igreja arquidiocesana que se preocupa, ocupa-se e se dobra diante de tantos irmãos e irmãs que vivem excluídos de nossas comunidades. 
Que o tempo do Advento seja vivenciado no rosto do Cristo, que veio ao mundo trazendo a paz e anunciando aos pobres as alegrias da vida em Deus. E que, nas novenas de Natal, meditemos sobre o mistério da encarnação do Filho de Deus. Ele veio ao mundo para anunciar que o Pai tem o Reino para todos nós. Que a oração e a reflexão nos proporcionem esperança e nos conduzam para um novo tempo. O tempo da encarnação, da graça e da redenção.  
Que os cristãos leigos e leigas, na festa de Cristo Rei, fortaleçam-se na fé e na esperança como sujeitos eclesiais. E que nossos amigos e familiares falecidos descansem em paz e que Jesus Cristo seja aclamado, pela nossa fé, Rei do céu e da terra.

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